5 VEZES QUE BILL GATES ERROU FEIO

5 VEZES QUE BILL GATES ERROU FEIO

A trajetória do homem mais rico do mundo não foi apenas de acertos

Não há dúvida de que Bill Gates é um homem inteligente e bem sucedido. Mas a carreira do fundador da Microsoft não foi formada apenas por acertos – assim como a da maior parte dos empreendedores de sucesso.

1. Antes de criar a Microsoft, Gates e Paul Allen se aventuraram numa outra empreitada. A empresa Traf-O-Data foi criada para fornecer dados sobre rodovias a engenheiros de trânsito de municípios.

O negócio, segundo Allen afirmou à revista Newsweek, era baseado numa ótima ideia, mas com um péssimo modelo de negócios. “Nós não fizemos nenhuma pesquisa de mercado e não sabíamos o quão difícil seria fechar acordo com órgãos públicos”, disse. Entre 1974 e 1980, a startup perdeu US$ 3,4 mil e foi fechada logo depois.

2. A Microsoft já era uma das maiores companhias do mundo quando o Google foi fundado, em 1998. Mas de nada adiantou estar a mais tempo no mercado: a empresa de Sergey Brin e Larry Page superou as tentativas da Microsoft em criar um sistema fácil de buscas. Durante uma edição do Fórum Econômico Mundial, o próprio Gates admitiu: “o Google nos humilhou”.

3. Há um grande questionamento a respeito dos investimentos massivos que a Microsoft fez na empresa concorrente Apple, no final dos anos 1990. A agência de notícias Bloomberg certa vez apontou os aportes como o “pior acordo de negócios já feito”.

Steve Jobs, o fundador da Apple, contudo, costumava defender a decisão da Microsoft: “nós temos de esquecer essa ideia de que para a Apple ganhar, a Microsoft tem de perder. O tempo de competição com a Microsoft já acabou”, disse ele. A grande questão é que, atualmente, o valor de mercado da Apple é significamente mais alto do que o da Microsoft.

4. Numa entrevista na rede social Quora, o ex-executivo da Microsoft Brad Silverberg alegou que Gates falhou em entender o quão influente a internet seria. “Bill também teve muita dificuldade para responder se a internet seria uma oportunidade [para a empresa] ou uma ameaça”, disse Silverberg.

Para o executivo, o grande ponto é que Gates era o criador do Windows em plenos anos 1990 e, quando se está no topo, é difícil imaginar que algo melhor possa aparecer. “A visão de Bill era a de proteger o Windows e ele não criou uma estratégia que conseguisse deixar tanto o Windows quanto a Microsoft à frente do que estaria por vir.”

5. O ex-executivo também alegou que Gates deveria ter focado mais no desenvolvimento de uma relação com o governo americano. “Enquanto os concorrentes da Microsoft estavam efetivamente fazendo lobby com o governo, o pensamento de Bill era de que o governo deveria apenas ficar longe e deixar a Microsoft em paz”, escreveu Silverberg na plataforma Quora.

“Na visão dele, a companhia estava enfrentando uma dura competição, mas de maneira honesta; estava criando valor para os consumidores e isso deveria ser o suficiente.”

O problema com a decisão de Gates de ignorar o poder público, relata o ex-executivo, é que o governo acabou declarando uma guerra contra a Microsoft durante um bom tempo e isso tornou os negócios mais difíceis para a companhia. A empresa foi processada diversas vezes, acusada de monopólio e de praticar preços anticompetitivos.

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